Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem
Anísio Franco; Filipa Oliveira; Paulo Pires do Vale
Biblioteca Nacional de Portugal
1
2026
pt
9789725657270
A vida de Luís Vaz de Camões, à imagem da sua obra mais conhecida, Os Lusíadas, foi marcada por travessias marítimas, deslocações e surpresas, erros e sorte, obstáculos e conquistas. Ao aproximarmo-nos do seu rosto e dessa vida, percebemos que nos escapam no nevoeiro da história. No entanto, este é um traço reconhecível: é viajante, e de um país que é cais, de partidas e chegadas.
No âmbito das comemorações do V centenário do nascimento de Luís de Camões, a exposição Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem esteve patente no Hall Ségur, sede da UNESCO em Paris, em abril de 2025. Para a reposição na BNP, os curadores decidiram acrescentar peças de Dorita de Castel-Branco e Rui Sanches. Este catálogo resulta dessa exposição e conta com textos de Anísio Franco, Filipa Oliveira, Paulo Pires do Vale e Delfim Sardo que, a partir da obra e da biografia de Camões, expõem a fragilidade humana e o naufrágio como possibilidade de cada existência em todos os tempos, mas também a necessidade de abrir os horizontes e descobrir outras visões do mundo, ter encontros inesperados e exercitar a perseverança e a esperança que permitem continuar a navegar. Essa condição de viajante é tanto histórica como atual: deslocados, em busca de segurança nesse curto intervalo que é a vida.
No âmbito das comemorações do V centenário do nascimento de Luís de Camões, a exposição Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem esteve patente no Hall Ségur, sede da UNESCO em Paris, em abril de 2025. Para a reposição na BNP, os curadores decidiram acrescentar peças de Dorita de Castel-Branco e Rui Sanches. Este catálogo resulta dessa exposição e conta com textos de Anísio Franco, Filipa Oliveira, Paulo Pires do Vale e Delfim Sardo que, a partir da obra e da biografia de Camões, expõem a fragilidade humana e o naufrágio como possibilidade de cada existência em todos os tempos, mas também a necessidade de abrir os horizontes e descobrir outras visões do mundo, ter encontros inesperados e exercitar a perseverança e a esperança que permitem continuar a navegar. Essa condição de viajante é tanto histórica como atual: deslocados, em busca de segurança nesse curto intervalo que é a vida.
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