Os intelectuais portugueses e a Guerra 1914-1918

Orient. cient.: Luís Augusto Costa Dias; ;

BNP

1

2016

pt

9789725655740

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Assinalando os 100 anos da entrada de Portugal na grande frente europeia da I Guerra Mundial (1914-1918) com a declaração de guerra da Alemanha ao nosso país, a Biblioteca Nacional de Portugal (BNP) organizou a mostra Os intelectuais portugueses e a Guerra 1914-1918 e o catálogo com o mesmo nome, com que se pretende delinear e caracterizar a relação estabelecida entre os intelectuais portugueses e a «grande conflagração europeia». Como pano de fundo, parte-se da caracterização do estatuto simbólico do intelectual do princípio do século XX português, que era ainda o de um «publicista», um «notável» de sobrevivência romântico-liberal, formulando a hipótese de o mesmo estar já em transição para um novo que a questão da guerra porventura poderá ter ajudado a formar ou consolidar. Além do catálogo, organizado nas secções Literatura em tempo de guerra, Literatura da Guerra, Artes da Guerra e Intelectuais no palco da Guerra, a obra conta ainda com os ensaios «O mundo é de quem não sente»: a cultura portuguesa e a Grande Guerra, de Maria Fernanda Rollo e Ana Paula Pires; «Traição dos intelectuais» portugueses?, de Luís Augusto Costa Dias, Fumo sussurrado. Os folhetins de Augusto de Castro e Júlio Dantas e a I Guerra Mundial, de Luís Trindade; e Repórteres portugueses na frente ocidental da Primeira Guerra Mundial (1917-1918), de Carla Baptista.
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